É o outono
Vem um leve vento,
Vem devagar.
Vem suave, lento,
Vem devagar.
Ouve-se um forte farfalhar...
São as folhas foscas,
Rodopiando no ar
Quais borboletas toscas.
Vê-se um azul soberano
Cobrindo todo o céu,
Desnuda as matas de seus panos,
Despindo das nuvens o véu.
Sente-se um perfume se evolando...
Vem dos copiosos vergéis,
Onde os frutos maturando
São coloridos por divinos pincéis.
É o outono chegando!
Vem manso, sem alarde
Com seu jeitinho brando,
Tingindo de ouro a tarde.
Vem devagar.
Vem suave, lento,
Vem devagar.
Ouve-se um forte farfalhar...
São as folhas foscas,
Rodopiando no ar
Quais borboletas toscas.
Vê-se um azul soberano
Cobrindo todo o céu,
Desnuda as matas de seus panos,
Despindo das nuvens o véu.
Sente-se um perfume se evolando...
Vem dos copiosos vergéis,
Onde os frutos maturando
São coloridos por divinos pincéis.
É o outono chegando!
Vem manso, sem alarde
Com seu jeitinho brando,
Tingindo de ouro a tarde.
Ilse Maria Paulino Gomes
Canelinha, SC
ilsemaria.pg@terra.com.br
Fonte: http://www.mundojovem.com.br/poesias-poemas/natureza
Fonte: https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+natureza&biw=1600&bih=765&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwjszd6BuLHMAhWMFZAKHeFXCbQQsAQILg
Fonte: http://www.mundojovem.com.br/poesias-poemas/natureza
Fonte: https://www.google.com.br/search?q=imagens+da+natureza&biw=1600&bih=765&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ved=0ahUKEwjszd6BuLHMAhWMFZAKHeFXCbQQsAQILg

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